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Retrospectiva BlockC 2025 e os vetores estratégicos dos próximos anos

Retrospectiva BlockC 2025 e os vetores estratégicos dos próximos anos

Jornada de descarbonização

A retrospectiva BlockC 2025 registra o ano em que a empresa consolidou uma posição pouco comum no mercado brasileiro de carbono: a de infraestrutura digital obrigatória para empresas sujeitas ao SBCE e cadeias pressionadas pelo CBAM, financiadores e compradores internacionais. Ao longo do período, a BlockC E AS OUTRAS EMPRESAS DO GRUPO, EQAO e ACX Brasil), fortaceCEU sua arquitetura operacional orientada à gestão contínua de risco regulatório, geração de receita recorrente e acesso a mercados de ativos ambientais, preparando empresas para um cenário de regulação climática cada vez mais mandatória - em especial com a entrada em vigor do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), mencionado anteriormente.

Dessa forma, a organização passou a se apresentar como uma das mais importantes soluções de compliance ambiental contínuo, com identificação de ativos ambientais monetizáveis, via plataforma SaaS e marketplaces, entregando A SEUS CLIENTES, dos mais variados setores, uma "prontidão regulatória" essencial para manutenção dos negócios. Assim, mais do que uma retrospectiva institucional, este conteúdo organiza os principais vetores que explicam como tecnologia, compliance e mercado passaram a convergir em uma infraestrutura única, desenhada para escalar, reduzir riscos e transformar dados climáticos em valor econômico mensurável, rastreável e transparente. Para decisores estratégicos, esse ponto é central tendo em vista o contexto de pressão regulatória crescente, exigências de cadeias globais e amadurecimento do mercado de ativos ambientais, aderir a compromissos climáticos é apenas o primeiro passo.

Ou seja, agora, o que diferencia empresas nesse contexto é a capacidade de estruturar dados, ativos e governança de forma contínua, com impacto direto sobre risco, competitividade e acesso a mercados.

A partir dessa lógica - e não de iniciativas isoladas - é que a BlockC sistematizou a sua trajetória em 2025.

Afinal, o que orienta esta retrospectiva?

Este conteúdo não organiza os acontecimentos do ano de forma cronológica ou comemorativa.

A Retrospectiva BlockC 2025 foi estruturada a partir de vetores estratégicos, selecionados por aquilo que revelam sobre maturidade institucional, capacidade técnica e posicionamento de mercado.

Os eixos abaixo foram escolhidos porque demonstram infraestrutura construída e não apenas crescimento sem direção. Boa leitura!

Eixo 1 - Retrospectiva BlockC 2025) Arquitetura integrada de descarbonização - tecnologia, operação e mercado em um único ecossistema

Um dos marcos mais relevantes da Retrospectiva BlockC 2025 foi a consolidação de uma infraestrutura digital com prontidão regulatória, articulando a expertise operacional da EQAO e a infraestrutura de mercado da ACX Brasil.

Como sintetiza Adriana Berti, executiva da BlockC:

“Atuamos de ponta a ponta na gestão da jornada de descarbonização, da mensuração às estruturas de ativos ambientais - inventários corporativos, RECs, GOGas, créditos de carbono e Carteiras de Neutralização Digitais - com integridade, rastreabilidade e conformidade metodológica.”

Eixo 2 - Retrospectiva BlockC 2025) Incidência institucional e acesso a mercados regulados

Outro vetor central da Retrospectiva BlockC 2025 foi a atuação institucional do Grupo na construção do mercado de carbono brasileiro e na conexão com mercados globais.

A EQAO, por exemplo, participou ativamente das discussões sobre oportunidades de investimento no âmbito do Artigo 6.2 do Acordo de Paris, em diálogo direto com os governos da Suíça e de Singapura - ambos com memorandos de entendimento formalizados com o Brasil.

Tal iniciativa teve o condão de posicionar o Grupo como executor técnico, bem como agente qualificado, na interface entre política climática, regulação e capital.

Em paralelo, avançaram propostas ligadas ao Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), ao CORSIA e à migração de projetos do MDL para o PACM, preparando ativos ambientais brasileiros para elegibilidade em mercados regulados e setoriais.

Esse eixo evidenciou a capacidade real de acesso a mercado, redução de risco regulatório e antecipação de movimentos institucionais promovida e sedimentada pela BlockC e demais empresas do Grupo.

Eixo 3 - Retrospectiva BlockC 2025) Infraestrutura de mercado e ativos ambientais com liquidez, rastreabilidade e escala

A ACX Brasil avançou nesse eixo com o lançamento da plataforma ACX Real World Assets (ACX RWA), estruturada para viabilizar a conexão entre créditos de carbono e o mercado de capitais.

A possibilidade de fracionamento de contratos, aliada a mecanismos robustos de rastreabilidade, governança e lastro técnico, atacou diretamente dois gargalos históricos do mercado voluntário - a liquidez e a transparência.

Esse avanço ocorreu de forma associada à base tecnológica do Grupo. A integração entre a infraestrutura de mercado da ACX, a expertise técnica da EQAO e a camada de rastreabilidade em blockchain da BlockC permitiu estruturar ativos ambientais com maior previsibilidade operacional, redução de risco e aderência crescente a padrões internacionais.

Como resultado, ao longo do período, o Grupo assessorou a negociação de aproximadamente 1,3 milhão de créditos de carbono, incluindo créditos legados do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), com potencial de migração para os mecanismos do Acordo de Paris (PACM).

Esse volume ampliou a liquidez do mercado, como também reforçou a viabilidade econômica de projetos ambientais em transição para um novo regime regulatório.

Ou seja, mais do que viabilizar transações, esse eixo demonstrou a transformação de ativos ambientais em instrumentos econômicos operacionais, com impacto direto em:

geração de receita recorrente, acesso a investidores e fundos estruturados, maturidade do mercado voluntário em direção a modelos híbridos e regulados.

Um movimento que destaca como a BlockC e o ecossistema Ecopart operam priorizando estratégia climática em conjunto com execução financeira e com infraestrutura capaz de sustentar escala sem comprometer integridade.

Em outras palavras, houve a transformação direta de um discurso climático em execução comprovada, com impacto direto em geração de receita, acesso a investidores e maturidade de mercado.

Eixo 4 - Retrospectiva BlockC 2025) COP30, fóruns estratégicos e autoridade técnica com lastro institucional

A presença do grupo na COP30, em Belém, foi marcada por participação ativa em painéis na Blue Zone e Green Zone, com apresentação de cases reais, multissetoriais e tecnicamente estruturados - REDD+, biocombustíveis, distribuição de combustíveis, mercado voluntário e regulado.

Além da COP, o grupo ampliou sua atuação em:

fóruns setoriais, consultas públicas, entidades representativas como SBCOP, CNI, AMCHAM e Aliança NBS.

Como parte dessa estratégia de comunicação qualificada, a ACX Brasil lançou o podcast “COP 30, Muito Além de Belém!”, voltado à discussão técnica do mercado de carbono e de outros ativos ambientais, com participação de acadêmicos, formuladores de políticas públicas e especialistas do setor.

Uma ação que compreendeu a autoridade técnica não só como um produto, mas como resultado de presença consistente nos espaços onde regras, metodologias e fluxos de capital são discutidos.

Eixo 5 - Retrospectiva BlockC 2025) Produto, compliance e recorrência - a infraestrutura que se traduz em operação

Do ponto de vista de produto, 2025 foi um ano de consolidação operacional da lógica ponta a ponta para a BlockC.

Entre as entregas estruturantes, destacam-se:

Entrega da CND (CARTEIRA DE NEUTRALIZAÇÃO DIGITAL) end-to-end, integrando inventário, consolidação de dados e geração de ativo ambiental em uma única visão operacional. Integração com a CCEE, fortalecendo a conexão com o ecossistema regulatório e o setor elétrico.

Remodelação dos inventários corporativos, com interfaces mais organizadas, abordagem individualizada e melhorias significativas na experiência de uso.

Concomitantemente, houve expansão das metodologias suportadas (SBTi, ISS-Neutro, SBCE) e fortalecimento das estruturas de compliance, refletindo uma preocupação clara com auditabilidade, governança e aderência a referenciais internacionais.

Esse conjunto de decisões da Retrospectiva BlockC 2025 explica o crescimento da receita recorrente, impulsionada pela ativação de novas classes de ativos lastreados em carbono (RECs, GOGas, CND) e pela ampliação das carteiras de neutralização digitais.

2025 marcou a ratificação de ativos ambientais como lógica de negócio, conectando dados, governança e mercado.

Infraestrutura antes de marketing: tecnologia, compliance e mercado precedem narrativa. Capacidade de escalar: do mercado voluntário a setores hard-to-abate, com modularidade. Posicionamento institucional sólido: com incidência real em policy, regulação e mercado. Esses elementos explicam por que a BlockC, dentro do ecossistema Ecopart, passou a ser percebida como infraestrutura estratégica da descarbonização no Brasil.

Infraestrutura climática não é discurso. É decisão estratégica!

Se a sua empresa precisa transformar dados ambientais em ativos confiáveis, com rastreabilidade, governança e acesso a mercado, a BlockC é a escolha ideal.

A empresa opera como infraestrutura tecnológica da jornada de descarbonização (transição climática corporativa), conectando inventários, ativos ambientais e mercados regulados e voluntários com integridade e escala.

FAQ- Retrospectiva BlockC 2025

O que a retrospectiva BlockC 2025 representa para o mercado de carbono brasileiro?

Representa a consolidação de uma infraestrutura integrada que conecta tecnologia climática, ativos ambientais, compliance e mercado, com execução comprovada em escala.

Qual o diferencial da BlockC em relação a outras soluções de descarbonização? A atuação ponta a ponta: inventário, certificação, gestão, geração e transação de ativos ambientais, com rastreabilidade, governança e aderência regulatória.

A BlockC atua apenas no mercado voluntário de carbono? Não. Em 2025, o grupo avançou na preparação de ativos para mercados regulados globais, nacionais (SBCE) e setoriais (CORSIA), além de manter atuação relevante no mercado voluntário.

Como a infraestrutura da BlockC gera valor econômico para as empresas? Ao transformar dados climáticos em ativos ambientais defensáveis, reduzir riscos regulatórios, ampliar acesso a mercados e criar oportunidades de monetização.

Qual a relação da BlockC com a COP30? Participação ativa em painéis técnicos, apresentação de cases reais e lançamento de soluções que conectam ativos ambientais a financiamento climático.

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